Feliz Natal Jesus

Outro natal,
Que fique dela, ao menos,
********Porque Deus está em toda a parte, em todos os lugares************* "Que interessa o espaço e o tempo se as almas já se encontram no abraço do Pai" Irm. Silencio (trapista)
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Ana Loura
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E este poema de José Carlos Ary dos Santos
Avé Maria do Povo
Avé Avé Maria
mulher de um carpinteiro
e mãe do homem novo
Senhor do mundo inteiro.
Avé mulher do povo
Maria camponesa
que trazes sangue novo
ao corpo da tristeza.
Ouve esta nossa voz
nós vos rogamos por nós
por nós que estamos sós
e quase abandonados.
Senhora da má sorte
sem culpa concebida
nós não pedimos a morte
nós só pedimos a vida.
Ouve esta nossa voz
nós rogamos por nós
por nós que estamos sós
e mal-aventurados.
Senhora da ternura
senhora da alegria
teu fruto está maduro.
É quase um novo dia.
Natal Natal
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Hoje é o XXXIII Domingo do Tempo Comum, o Evangelho é um dos meus favoritos
Evangelho segundo S. Mateus 25,14-30.
«Será também como um homem que, ao partir para fora, chamou os servos e confiou-lhes os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um, a cada qual conforme a sua capacidade; e depois partiu. Aquele que recebeu cinco talentos negociou com eles e ganhou outros cinco. Da mesma forma, aquele que recebeu dois ganhou outros dois. Mas aquele que apenas recebeu um foi fazer um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. Passado muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e pediu-lhes contas. Aquele que tinha recebido cinco talentos aproximou-se e entregou-lhe outros cinco, dizendo: 'Senhor, confiaste-me cinco talentos; aqui estão outros cinco que eu ganhei.’ O senhor disse-lhe: 'Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor.’ Veio, em seguida, o que tinha recebido dois talentos: 'Senhor, disse ele, confiaste-me dois talentos; aqui estão outros dois que eu ganhei.’ O senhor disse-lhe: 'Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor.’ Veio, finalmente, o que tinha recebido um só talento: 'Senhor, disse ele, sempre te conheci como homem duro, que ceifas onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste. Por isso, com medo, fui esconder o teu talento na terra. Aqui está o que te pertence.’ O senhor respondeu-lhe: 'Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu ceifo onde não semeei e recolho onde não espalhei. Pois bem, devias ter levado o meu dinheiro aos banqueiros e, no meu regresso, teria levantado o meu dinheiro com juros.’ Tirai-lhe, pois, o talento, e dai-o ao que tem dez talentos. Porque ao que tem será dado e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. A esse servo inútil, lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes. ‘»
Muitas vezes temos conhecimento de que é necessário colaborar em diversas tarefas na sociedade em que estamos inseridos, quer nas coisas da Igreja, quer em trabalhos voluntários de apoio aos que precisam. Arranjamos mil e uma desculpa para não sairmos de casa e não colaborarmos seja no que for. A principal desculpa é: eu não sei fazer isso, não sei cantar, não sei falar, não sei ensinar, não sei fazer nada. Não nos lembramos de que nenhum de nós ou quase nenhum somos especialistas, apenas temos boa vontade e se não temos 10 talentos teremos pelo menos um e esse pode ser essencial para alguma tarefa que mais ninguém sabe fazer ou para ajudar a quem já tem alguma experiência. Portanto façamos render esse único que temos ou se temos mais escolhamos aquele que mais falta faz. Não escondamos os nossos talentos, ponhamo-los a render.
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Hoje é o seu dia e eu peço ao Pai que me faça instrumento e que eu acima de tudo deixe que Ele me faça sempre Seu instrumento da Paz.
Paz e Bem
Angelo Branduardi - Il Cantico delle Creature
A Te solo buon Signore
si confanno gloria e onore
a Te ogni laude et benedizione
a Te solo si confanno
ché l'Altissimo tu sei
e null'omo degno è
Te mentovare.
Si laudato mio Signore
con le Tue creature
specialmente Frate Sole
e la sua luce.
Tu ci illumini di lui
ch'è bellezza e splendore
di Te Altissimo Signore
porta il segno.
Si laudato mio Signore
per sorelle Luna e Stelle
ché tu in cielo le hai formate
chiare e belle.
Si laudato per Frate Vento
aria, nuvole e maltempo
che alle tue creature
dan sostentamento.
Si laudato mio Signore
per sorella nostra Acqua
ella è casta, molto utile
e preziosa.
Si laudato per Frate Foco
che ci illumina la notte
ed è bello, giocondo
e robusto e forte.
Si laudato mio Signore
per la nostra Madre Terra
ella è che ci sostenta
e ci governa
Si laudato mio Signore
vari frutti lei produce
molti fiori coloriti
e verde l'erba.
Si laudato per coloro
che perdonano per il tuo amore
sopportando infermità
e tribolazione
e beati sian coloro
che cammineranno in pace
ché da Te buon Signore
avran corona.
Si laudato mio Signore
per la Morte Corporale
che da lei nessun che vive
può scappare
e beati saran quelli
nella Tua Volontà
ché Sorella Morte
non gli farà male.
Esta é uma das interpretações da Oração de S Francisco que mais gosto. Pelo autor da música que tão bem a canta: Fagner
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Aqui nesta Folha estão algumas das razões que me levam a participar na Eucaristia dominical. Clique na imagem
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Padre Cipriano Pacheco- Vigário Episcopal em S. Miguel, Açores
Quando a última palavra não é de morte, mas de ressurreição!
O que a celebração da Páscoa nos revela, no caso de Jesus, é que a última palavra, realmente definitiva, pronunciada por Deus sobre a história humana, não é uma palavra que pertence à morte, mas uma palavra de Ressurreição.Ao ressuscitar o crucificado Jesus, Deus como que autentifica os caminhos seguidos por Jesus no exercício da sua missão. Ao ressuscitá-lo, Deus atesta que esteve ao seu lado até ao fim. É a identificação de Deus com os ideais e caminhos trilhados por Jesus.Deste modo, a ressurreição, como palavra última do Deus de Jesus sobre a existência humana, torna-se horizonte de sentido para a vida de todo o ser humano. É que, tratando-se de um Deus-Amor, só deseja a vida – não uma qualquer – mas uma “vida em abundância” para todo o crente.Por alguma razão, mais do que perder-se em explicações sobre como é isso de ressurreição, as narrativas evangélicas têm como objectivo atestar a verdade da identidade pessoal entre o crucificado e o ressuscitado. Este, sendo portador de um novo modo de existência, nem por isso é um fantasma. O Jesus ressuscitado é o mesmo que percorreu os caminhos da Palestina dando testemunho de um Deus capaz de tudo pela vida dos humanos. Neste sentido, se entende a afirmação do apóstolo S. Paulo quando diz que “se Cristo não ressuscitou é vã a nossa fé”, pois que, nesse caso, a própria mensagem evangélica ficaria reduzida à categoria de “preceitos humanos”. Na perspectiva paulina, a ressurreição de Jesus é algo que se situa ao nível dos fundamentos da fé cristã. Nela, a humanidade tem a porta aberta para um modo outro ou diferente de viver plenamente com Deus.Assim sendo, a questão que se levanta para os cristãos de todos os tempos é a de saber como viver o quotidiano da sua história pessoal, no tempo em que ainda não tiverem feito a passagem definitiva para uma tal forma de existência própria de seres plenamente ressuscitados à semelhança de Jesus. Segundo o apóstolo Paulo, trata-se de procurar uma conduta humana inspirada no mesmo espírito que habitou Jesus. Para o efeito, apenas se exige da parte dos crentes a abertura ou acolhimento indispensáveis que permitam, no dizer do apóstolo, que o Espírito que animou Jesus seja “derramado em nosso corações”.Traduzindo em termos mais concretos, para começar a viver já uma vida humana marcada pela ressurreição de Jesus, talvez um bom caminho pudesse ser o indicado pelo profeta Miqueias, que reduz ao essencial uma conduta autenticamente cristã, a saber: “Praticar a justiça, amar com ternura e caminhar humildemente com Deus na história”. Neste caminho, a ressurreição de Jesus introduz, em especial, a alegria e a esperança.
In Jornal Diário- online
2008-03-24 04:29:00
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Tomo a liberdade de transcrever crónicas editadas pelo Jornal Diário on-line dos Açores
Cipriano Pacheco
Caíu-lhe em cima a maldição da cruz!
O autor do quarto evangelho diz que Jesus “veio para o que era seu”, mas, ao contrário do que seria de esperar, “os seus não o receberam”.Que assim foi, aí está o próximo Domingo de Ramos com as celebrações da Semana Santa, a fazerem a memória do acontecido. Na verdade, Jesus acaba condenado e crucificado na condição de um “maldito”, nos termos da religião do seu tempo. É caso para perguntar: - O que esperavam “os seus” para não o receberem?É que, pelos vistos, “o que veio” não era aquele que eles esperavam. Sabe-se que esperavam “o Messias”, mas, tudo leva a crer que “o que veio” não correspondia ao perfil messiânico que “os seus” tinham nas suas cabeças.Ao que parece, esperavam um Messias ao jeito dos poderosos do mundo, como Alguém que se impusesse pela força, cavalgando os trilhos do poder, qual espécie de monarca com trono e tudo, incluíndo exército às suas ordens para se defender. Afinal, deparam-se com uma figura humana despojada, apenas com a força da sua palavra e dos seus gestos, a força da Verdade contra as imposições dos que se apoderaram da Lei de Moisés para impor o seu poder.Se calhar, esperavam um Messias implacável, duro de coração, muito determinado, como agora se diz, a impor os seus caminhos contra tudo e contra todos. No entanto, confrontam-se com alguém para quem a fidelidade não se opõe a liberdade. Alguém capaz de ternura, compaixão e misericórdia sem medida.Fica-se com a impressão de que esperavam um Messias absolutamente separado do mundo dos impuros, dos pecadores, alguém intocável, completamente isento de impurezas rituais, imperturbável e insensível. Mas, o que vêem em Jesus é alguém que se cruza nos caminhos da Palestina com toda a espécie de gente, desde cumpridores rigoristas da Lei até pecadores e pecadoras, a quem convida e com quem se senta à mesa, libertando os que se lhe apresentam abatidos ou oprimidos, deixando-se tocar pelos que lhe suplicam, sejam judeus ou pagãos.Se, na verdade, esperavam um Messias que viesse legitimar a superioridade e a imposição aos outros povos do particularismo judaico, bem como a supremacia religiosa bem expressa no culto centrado no Templo de Jerusalém, enganaram-se. O que vêem Jesus advogar é um Templo que seja “casa de oração para todos os povos”. Vêem que Jesus fala de um Deus diferente e novo, para o qual “amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo, vale mais que todos os holocaustos e sacrifícios”. E, como se não bastasse, leva à relativização do Templo ao ponto de dizer que os “adoradores que o Pai deseja” são aqueles que “o adoram em espírito e verdade”.Como se pode ver, Jesus com um tal perfil de Messias não podia acabar senão na cruz.
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Desta vez a "provocação" veio do Mil imagens (www.thousandimages.com): Uma fotografia que ilustre o tema "os quatro elementos"
É esta a minha resposta ao desafio
Preparação das Sopas do Espírito Santo
Sobre a terra
os caldeiros
Dentro dos caldeiros
a água
Entre a terra e os caldeiros
o fogo
que cozerá a carne
mergulhada na água
dentro dos caldeiros.
No ar o Ruah
que sopra no coração do homem
que acende o fogo
e prepara as sopas
que irmanam os homens
à volta da mesa.
Viva o Espírito Santo!!!! Vivóóóó!!!!
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CONFERÊNCIA proferida por P. Tolentino na Fundação Betânia: Tão perto e tão longe daquilo que gostamos:
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